Síndrome de Down: 7 fatos que você precisa saber sobre a condição

samelblog
30 de março de 2021

A síndrome de down, também chamada de trissomia 21, é uma condição bastante presente na população, de um modo geral. Estima-se que a cada 700 nascimentos, um apresenta a síndrome, que é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células.

Pessoas com a síndrome têm algumas características em comum, como olhos puxados, baixa estatura, dificuldade intelectual, entre outras. Além disso, estão mais suscetíveis a desenvolver doenças. 

Apesar de não ser uma síndrome tão rara, ainda existem estigmas e preconceitos que colocam as pessoas com a trissomia 21 como inferiores e incapazes de se desenvolver. 

Para desmistificar algumas crenças a respeito delas, a Samel Planos de Saúde vai mostrar 7 fatos que você precisa saber sobre a condição. Acompanhe!

1. A síndrome de down não é uma doença

É um erro dizer que quem possui a trissomia 21 é doente. Afinal, não trata-se de uma doença, pois ela não é causada por um agente infeccioso, não é hereditária nem contagiosa. É uma alteração genética. 

Também não se pode dizer que a pessoa é portadora da síndrome de down, pois o indivíduo não carrega (ou seja, não porta) a síndrome. O mais correto é dizer que ela tem a síndrome de down ou trissomia 21.

2. O comportamento dos pais não causa a síndrome de down

Algumas pessoas acreditam que a síndrome de down é resultado da falta de cuidados com a própria saúde. Na verdade, não há nada que os pais pudessem ter feito para evitar a condição. Portanto, não há razão para alguém se sentir culpado.  

A síndrome de down é uma alteração genética que pode ocorrer independente do país, raça, etnia, religião ou condição socioeconômica da família. 

3. Eles têm deficiência intelectual 

É importante dizer que deficiência intelectual não é o mesmo que deficiência mental. Este último é um comprometimento de ordem psicológica. Portanto, é errado dizer que quem tem síndrome de down é deficiente mental. 

Pode-se interpretar deficiência intelectual como um atraso no desenvolvimento de algumas habilidades. Incluem-se nesse aspecto:

  • Aprendizagem mais lenta;
  • Atraso no desenvolvimento da fala;
  • Menor habilidade motora;
  • Dificuldade de compreender regras e contextos mais complexos, entre outros.

No entanto, isso não quer dizer que essas habilidades não possam ser desenvolvidas. Na verdade, a família tem um papel importante na formação do indivíduo, bastando o apoio em casa e acompanhamento multidisciplinar na escola.

4. Pessoas com a síndrome não têm sexualidade mais aflorada

Esse é mais um mito a respeito das pessoas com síndrome de down. A sexualidade delas é igual a de todas as outras. O que acontece é que as famílias geralmente evitam conversar com os filhos sobre o assunto. 

A falta de orientação, aliado à dificuldade de entender a censura, pode resultar em comportamentos muitas vezes inadequados. Por isso é importante que indivíduos com a trissomia 21 recebam educação em relação ao tema. 

5. A expectativa de vida das pessoas com trissomia 21 tem crescido

A expectativa de vida da população de um modo geral tem crescido cada vez mais. Assim também das pessoas com trissomia 21. Com o avanço da medicina, a expectativa de vida das pessoas com trissomia 21 atualmente ultrapassa os 60 anos. 

Mas é claro que para isso é preciso atenção especial aos cuidados com a saúde e terapias que auxiliem o desenvolvimento dessas pessoas. Quanto mais se investe na qualidade de vida do público com síndrome de down, maior será seu tempo de vida.

6. Podem praticar esporte

A prática de esportes auxilia o desenvolvimento motor da pessoa com síndrome de down. Além disso, proporciona a melhora da capacidade respiratória e cardíaca e ajuda a controlar o peso. 

É muito importante que antes de praticar atividades físicas, o indivíduo faça exames médicos para avaliar as condições de saúde. Preferencialmente, o esporte deve ser praticado sob acompanhamento de profissionais especializados. 

7. Indivíduos com trissomia 21 podem trabalhar

A Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (8.213/91) garante à pessoa com síndrome de down o direito ao emprego formal, dependendo do número de empregados da empresa. Outra modalidade é o Emprego Apoiado ou o empreendedorismo, que têm crescido bastante nos últimos anos. 

É importante que essas pessoas recebam as condições necessárias para desempenhar as tarefas inerentes aos seus cargos. 

A atuação no mercado de trabalho também depende da vontade pessoal do indivíduo e do desejo e apoio da família.  

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